Pros
O time de operação é competente e comprometido, mesmo sem o devido reconhecimento e sobrecarregado além do limite. Forte colaboração entre os times dentro dos projetos e entre áreas, apesar das constantes mudanças de alocação e prazos reduzidos devido a projetos vendidos erroneamente. O trabalho remoto é um ponto positivo, ainda que a carga horária real ultrapasse muito o contratado, sem possibilidade de apontamento adequado devido a críticas e cobranças.
Cons
A diretoria demonstra falta de visão e forte viés, sendo a principal responsável pelos problemas enfrentados atualmente, principalmente agora, onde focam em IA de forma indiscriminada e sem qualquer estratégia inteligente atrelada. Projetos são vendidos de forma equivocada, com prazos cada vez mais reduzidos e sem análise crítica do propósito ou escopo, gerando impactos negativos que recaem injustamente sobre a operação. Decisões são tomadas com base no ego e achismos dos diretores, e não na realidade da empresa, resultando em contradições frequentes. A empresa se movimenta sem um norte claro, mudando de direção constantemente sem qualquer aprendizado com os erros passados. Iniciativas são lançadas sem acompanhamento efetivo, e prioridades mudam de forma brusca, dificultando a construção de um trabalho sólido e estratégico. O conceito de longo prazo aqui não passa de um mês. Sobrecarga extrema de trabalho e pressão excessiva devido a falhas na alta liderança, criando um ambiente insustentável e afetando a saúde física e mental dos colaboradores. Trabalhar doente se tornou normalizado, afinal, os projetos e a empresa sempre vêm em primeiro lugar. Falta de perspectiva de futuro para a empresa, com erros cada vez mais graves e críticos, tanto para o negócio quanto para os funcionários. Tempo e energia desperdiçados com iniciativas ineficazes, como preenchimento obrigatório de páginas e documentos que não resolvem os problemas estruturais da operação. Feedbacks negativos, tanto no Glassdoor quanto no NPS interno, são constantemente ignorados ou tratados como “problema de quem reclama”, ao invés de serem encarados como oportunidades reais de melhoria. Comentários abusivos da diretoria ao questionar o trabalho dos times, muitas vezes sem compreender as decisões técnicas e estratégicas. Além disso, interferências diretas na operação descredibilizam os profissionais perante os clientes. O ambiente se tornou progressivamente mais tóxico, com exposições desnecessárias de colaboradores, falta de reconhecimento real e uma visão cada vez mais desumanizada da equipe. Hoje, os funcionários são tratados como meros números e servem apenas enquanto aceitam cegamente as decisões. Qualquer questionamento ou discordância pode resultar na falta de alocação e, consequentemente, no desligamento.