1. Falta de supervisão eficaz e metas desproporcionais
Infelizmente, a supervisão direta carece de acompanhamento e feedbacks estruturados, o que compromete a evolução profissional e a clareza das expectativas. Além disso, são exigidos resultados elevados em diversas métricas simultâneas, muitas vezes incompatíveis com a realidade operacional — especialmente considerando o volume de clientes e a limitação de equipe, com atendimentos simultâneos a cinco ou mais pessoas.
2. Sobrecarga e má gestão de equipe
A empresa enfrenta uma clara deficiência de pessoal, o que leva à sobrecarga dos colaboradores. Não há reforço no time, e mesmo diante da alta demanda, são solicitadas horas extras com frequência e até retornos fora do horário, gerando esgotamento físico e emocional. O desequilíbrio entre demanda e capacidade operacional é evidente e recorrente.
3. Discurso de bem-estar não condiz com a prática
Embora o discurso institucional valorize o bem-estar dos colaboradores, na prática, essas ações parecem superficiais e voltadas à imagem externa da empresa. Faltam iniciativas reais e efetivas de cuidado com a saúde mental e qualidade de vida dos profissionais.
4. Salário não é compatível com a quantidade de funções exigidas.