Pros
As pessoas fazem de tudo para se ajudar, independentemente da má gestão.
Cons
Eu não vejo a empresa como uma organização com 25 anos de mercado (chega até ser engraçado). Enquanto muitas organizações buscam evoluir e acompanhar as mudanças do mercado de trabalho, a Enterpriserh aparenta estar parada no tempo. Não estamos mais no ano 2000 ou em 1900, e não adianta atribuir os problemas à “geração” se a empresa não acompanha tendências, práticas modernas e novas formas de trabalho. Apesar de se apresentar como uma empresa dinâmica, a realidade é bem diferente. O funcionário passa cerca de 9 horas sentado, sem poder ouvir música (proibido), sem poder mandar uma mensagem quando necessário (proibido) e etc, com processos extremamente robotizados e engessados. O ambiente transmite falta de confiança nos próprios colaboradores, parecendo mais uma creche do que uma empresa profissional. A justificativa para não apoiarem a interação entre os funcionários sempre é a ausência de estrutura e de fato o espaço físico é um cubículo. No entanto, mesmo assim, a empresa não libera home office. Fica claro que não se trata de resultados ou produtividade, mas sim de vigilância constante. Outro ponto negativo é a ausência de copa. O funcionário precisa sair na chuva ou no calor para esquentar a marmita em outro local. Além disso, o valor do VR não cobre uma refeição na região. Na prática, quem trabalha ali passa 9 horas do dia se alimentando apenas de salgado e bolacha, pois almoçar adequadamente se torna inviável. ALERTA: a rotatividade de funcionários é altíssima. Pessoas mais experientes e mais velhas dificilmente permanecem, pois os salários são muito baixos. Profissionais que já tiveram boas remunerações não aceitariam trabalhar nessas condições. Por isso, a empresa acaba concentrando uma faixa etária mais jovem. Ainda assim, o discurso é sempre de que o problema são os funcionários, nunca a empresa. É no mínimo estranho uma empresa pequena ter tantas contratações e demissões ao mesmo tempo. Buscam profissionais experientes, com responsabilidades de nível sênior, mas oferecem salários de assistente. A empresa age como se estivesse fazendo um favor aos funcionários, quando, na realidade, são os funcionários que fazem a empresa funcionar. O ambiente é inflexível, pesado e gera insegurança constante. A gestão cobra transparência dos colaboradores, porém não age da mesma forma. Falta clareza sobre a real situação da empresa, e as informações costumam vir acompanhadas de desculpas e versões inconsistentes. Esses são problemas que dificilmente irão mudar. Podem até alterar um ponto ou outro para atrair novos funcionários, mas não há constância, pois a gestão muda de ideia o tempo todo e não comunica nada aos colaboradores. Criam promessas e expectativas de melhoria que, na prática, servem apenas para manter os funcionários por mais tempo sob uma gestão desorganizada e pouco transparente.