Se procuras ter uma depressão, candida-te a esta empresa... - Anonymous Employee LUZA Group Employee Review

1.0
5 Nov 2025
Recommend
CEO approval
Business outlook

Pros

Apenas as equipas de trabalho, que eram compostas por pessoas extraordinárias. Felizmente, maior parte delas já saiu.

Cons

Tu, que sonhas em entrar na gloriosa Luza Group, deixa-me fazer-te uma breve introdução. Aquela organização que tanto fala de valores, cultura e pessoas em primeiro lugar — a mesma que os imprime em todas as paredes, em cada ecrã e até nos copos do café — mas que, na prática, gere tudo à base do medo, da imposição e da chantagem emocional. Leva sempre contigo um pacote de lenços quando fores ao escritório. Nunca sabes se o dia vai ser de emails ou de lágrimas. Queres um dia de home office? Tira férias. Estás doente? Vai trabalhar. Estás desmotivado? Não faz mal, a porta é logo ali. Ruaaa. E já que estamos a falar em “benefícios”, prepara-te para vê-los desaparecer um a um. Trabalho 100% presencial, team buildings e jantares de Natal obrigatórios (sempre ao fim de semana, claro). Ah, e se tiveres sorte, ainda te pedem para levar comida... afinal, quando o investimento vai todo para o luxo e para o ego, sobra pouco para os colaboradores. Não te esqueças também de afinar o ouvido para o gossip, gentilmente patrocinado pelo estimadíssimo Tiago Monteiro, CEO e mestre de cerimónias. Ele próprio garante que há sempre alguém atento ao tempo que passas a fumar ou a lanchar. E quando ele aparece em Portugal, prepara-te para o motivational speech da praxe: “devíamos ser todos mais gratos”. Inspirador, não é? Mas calma, há mais! Nas redes sociais, o espetáculo continua: o LinkedIn transforma-se num palco de indiretas, farpas e dramatismos — é quase entretenimento. Promover o negócio? Isso dá trabalho. Mais vale despejar filosofia barata sobre liderança (irónico, não?). Entretanto, as cadeiras vazias multiplicam-se. Este ano? Entre 20 e 30 saídas, pelo menos. Podia ser pior — tipo 50. Pensamento positivo acima de tudo! Quanto às pessoas, são simpáticas, sim, só que demoram umas boas semanas até confiarem em ti. Se és do tipo independente, que trabalha bem sozinho e sabe sobreviver a ambientes... digamos, peculiares, então esta empresa é perfeita para ti. Mas aviso-te: vais encontrar muitas escovas. Se é que me entendes. Se ainda não te convenci a embarcar nesta experiência única, dá uma olhadela nas outras reviews. Quando muita gente repete a mesma história, normalmente não é coincidência.

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3.0
24 Feb 2026
Recommend
CEO approval
Business outlook

Pros

The TA team was incredible

Cons

Not enough value of their employees

avatar
LUZA Group Response
2mo
Thank you for taking the time to share your experience with us. We’re very glad to hear that you had a positive experience with our TA team, they truly work hard to support our people and candidates! At the same time, we’re sorry to hear that you felt employees are not valued enough. This is an important topic for us, and feedback like yours helps us reflect and continue improving the employee experience. If you’d like to share more about your perspective, we would be happy to listen.
1.0
16 Oct 2025
Anonymous employee
Recommend
CEO approval
Business outlook

Pros

A equipa. Ou melhor, o que resta dela. As pessoas realmente competentes já saíram e as que ficam, estão de malas feitas.

Cons

Há empresas que se destacam pela inovação, pela visão, pela cultura. E depois há outras que se destacam apenas pela capacidade de transformar o caos em rotina. A Luza Group pertence orgulhosamente à segunda categoria. O seu CEO é uma figura curiosa, mistura de messias corporativo e guru das redes sociais. Convencido de que liderar é publicar frases motivacionais e tirar fotos em jantares onde o sucesso é sempre anunciado, nunca alcançado. Fala de estratégia, mas confunde direção com decoração. Não gere, reage. E fá-lo com o entusiasmo de quem acredita que mudar o logótipo é reestruturar o futuro. Rodeia-se de uma corte de conselheiros que nada aconselham, apenas ecoam. São especialistas em bajulação, mestres em sobreviver, e todos partilham a mesma vocação: concordar. Ali, a discordância é heresia e a lucidez, um vício perigoso. Enquanto o navio adorna, fala-se de “espírito de cultura”, expressão tão repetida que perdeu o pouco sentido que tinha. A ironia é que quem mais proclama a cultura é precisamente quem menos nela habita. O ambiente é uma vitrina: tudo parece perfeito, desde que ninguém olhe para dentro. Os salários são magros, o reconhecimento microscópico, e a rotatividade de “gurus” quase coreografada. Chegam, prometem o milagre, tiram uma fotografia, desaparecem discretamente pela porta dos fundos. O ciclo repete-se, religiosamente. No fundo, a empresa sobrevive de aparências, como uma casa antiga com a fachada restaurada e o interior em ruínas. E o capitão, encantado com o seu próprio reflexo, continua a remar em círculos, convencido de que avança. O destino? Provavelmente o mesmo de sempre: a falência elegante, disfarçada de sucesso digital. Mas haverá, claro, uma bela publicação no LinkedIn a anunciar “mais uma etapa concluída com sucesso

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