O processo de entrevista da IBM, pelo menos do jeito que eu vivi, foi bem estruturado, mas ao mesmo tempo tranquilo. Tudo começou com a candidatura pelo site, sem nada fora do padrão. Depois de um tempo, recebi o contato do recrutador para confirmar algumas informações básicas e alinhar expectativas, o que já deu uma boa noção de como seria o restante do processo.
Na etapa seguinte, fiz algumas avaliações online, principalmente voltadas para lógica e raciocínio. Não eram testes “pegadinha”, mas exigiam atenção e pensamento organizado. Em seguida, participei da entrevista técnica, que foi mais uma conversa do que uma prova em si. O entrevistador quis entender como eu abordo problemas, como explico minhas ideias e como lido com situações em que não tenho a resposta pronta.
Depois disso, tive uma entrevista comportamental, bem focada em experiências passadas, trabalho em equipe e situações de aprendizado. As perguntas foram no estilo “me conta uma situação em que…”, o que deixou tudo mais natural e menos engessado. Em alguns momentos, senti que o mais importante não era a resposta perfeita, mas a clareza e a honestidade ao relatar as experiências.
No final, houve uma conversa de validação, mais curta, para alinhar cultura, expectativas e próximos passos. No geral, o processo passou a sensação de que a IBM valoriza muito mais a forma como a pessoa pensa, se comunica e aprende do que apenas o conhecimento técnico puro.